Existem dois grandes grupos de linfoma: Hodgkin e não Hodgkin. Eles se diferenciam pelo tipo de célula envolvida e pelo comportamento da doença, e o linfoma não Hodgkin é o mais frequente, com dezenas de subtipos descritos.
O linfoma pode aparecer em várias partes do corpo porque o sistema linfático está espalhado por todo o organismo. Por isso, o câncer pode surgir em gânglios do pescoço, axilas e virilha, mas também pode afetar órgãos e tecidos que têm estruturas do sistema linfático.
O sinal mais comum é o aumento de gânglios (ínguas) que não regride e costuma ser indolor. Outros sintomas possíveis incluem febre, suor noturno, fadiga/cansaço, perda de peso sem explicação, coceira e, em alguns casos, tosse, falta de ar e dor no tórax quando há acometimento nessa região.
O que aumenta o risco e por que o diagnóstico pode demorar
As causas do linfoma nem sempre são conhecidas, e não há uma forma definida de prevenção ou rastreamento. Especialistas explicam que o câncer surge quando um linfócito sofre uma alteração no DNA e passa a se multiplicar de forma descontrolada, formando massas de células que podem se acumular nos linfonodos.
Idade, sexo e algumas condições de saúde entram na lista de fatores associados ao risco. Há subtipos mais comuns em adultos jovens e outros que aparecem mais a partir dos 55 anos; de modo geral, os linfomas são um pouco mais frequentes em homens do que em mulheres.



